Humm
meio sem energia. cansada por pouca coisa. Isso é mal!
descansando, dormindo, indo em camera lenta e sem melhora.
Bora fazer os exames !!! :p
Light or Shadow
I seek the Light...
Tuesday, April 29, 2008
Sunday, April 27, 2008
É bom e ruim ao mesmo tempo
Visita familiar.
Bom e ruim ao mesmo tempo. Por que eles me invadem tanto ?
Beirando os 30 e morando sozinha ha seculos, minha mae entra em minha casa e verifica minhas roupas, organiza do jeito dela, lava, limpa... o que é isso ?!
cada um tem seus metodos e costumes. Me deixa !
Algum carinho é otimo... quer me presentear ? massagear ? que gostoso !
mas nao.. nao olhe minha lavanderia. Ela é minha e roupa suja se lava em casa.
Bom e ruim ao mesmo tempo. Por que eles me invadem tanto ?
Beirando os 30 e morando sozinha ha seculos, minha mae entra em minha casa e verifica minhas roupas, organiza do jeito dela, lava, limpa... o que é isso ?!
cada um tem seus metodos e costumes. Me deixa !
Algum carinho é otimo... quer me presentear ? massagear ? que gostoso !
mas nao.. nao olhe minha lavanderia. Ela é minha e roupa suja se lava em casa.
Thursday, April 24, 2008
Neste fim de semana
Quando me sinto privada de algo que nao tenha ocorrido ou derivado de algo natural ou de minha espontanea vontade é dificil controlar minha inquietude, minha insatisfação com relação ao fato ou consequencias relacionadas.
O obstaculo em questao é obvio, o de sempre: conciliar visita familiar e minha vida social/romantica. Missao impossivel ?!
O obstaculo em questao é obvio, o de sempre: conciliar visita familiar e minha vida social/romantica. Missao impossivel ?!
Monday, April 21, 2008
Some times, Some tunes
Yes, it´s a way of saying "I´m thinking of you".
I am wondering how you are. In a good way.
I live my present and I´m pleased with it, but I praise the good memories I have and I sometimes visit my past... there, I find you.
I am wondering how you are. In a good way.
I live my present and I´m pleased with it, but I praise the good memories I have and I sometimes visit my past... there, I find you.
Thursday, April 17, 2008
Wednesday, April 16, 2008
Por que as pessoas se suicidam?

Por que as pessoas se suicidam?
Eu, você e a maioria de nós, certamente, já se fez essa pergunta. Chegou a hora de descobrirmos a reposta... Até mesmo para poder ajudar
Por Gisela Rao
“Você pode tirar uma foto minha?”. Kevin Hines levou um susto quando ouviu a frase da turista alemã jovem e bonita. Vacilou por alguns segundos, pegou a máquina e clicou pensando “Dane-se, ninguém liga mesmo...”. Ela foi embora feliz. Ele saltou para a morte através do portão dourado que os americanos costumam chamar de Golden Gate Bridge. A má notícia é que a cena, com ares cinematográficos, faz parte do documentário “A Ponte”, de Eric Steel, que acaba de chegar às locadoras do país, e é tão real quanto o copo de água que você bebeu no seu almoço. Kevin Hines, um rapaz de 21 anos, sobreviveu graças ao arrependimento 3 segundos antes de se esborrachar na água, à forma como preparou seu corpo para o choque e à uma foca que o ajudou, segundo ele, a manter-se na superfície até o socorro chegar. Infelizmente, as outras 24 pessoas que se atiraram da Golden Gate, no ano de 2004, não tiveram a mesma sorte. Todas elas foram registradas pelas câmeras da equipe de Eric Steel, que filmou a ponte, em São Francisco (EUA), durante 365 dias sem parar.
Sim, o documentário é brutal, chocante e - acredite - consegue ser ao mesmo tempo poético quando mescla a dança das nuvens na ponte, a música misteriosa de Alex Heffes e os comoventes depoimentos de amigos e familiares das vítimas, como o de Caroline Pressley: “Não sei ao certo o que levou meu querido amigo Gene Sprague a pular da ponte. Não sei por que as pessoas se matam. É difícil se colocar no lugar delas. Todos nós passamos por desespero, quando seria mais fácil desistir de tudo. Mas, para muitos de nós, o sol nasce e amanhã é outro dia...”
A morte nos amedronta e excita ao mesmo tempo
Não é só o cineasta Eric Steel que se sente atraído pela morte. Basta lembrarmos das inúmeras vezes em que espichamos a cabeça para fora da janela do carro diante de um acidente na estrada ou de como nos esforçamos em saber como foi a morte de Fulano ou de Sicrano. Guilherme Dota, um analista de sistemas de Campinas (São Paulo), foi mais além. Ele é o criador da comunidade “Profiles de gente morta”, no orkut. Guilherme observou que, se de repente uma pessoa que tem seu perfil no orkut morre, o profile dela fica vagando como se nada tivesse acontecido, como a lenda daquele navio fantasma, o "Holandês Voador" (que dizem que navega até hoje pelos mares com uma tripulação fantasma). Para André Camargo Costa, mestre em psicologia pela USP e autor da palestra "Aprender a morrer", tudo o que gera medo tende a gerar atração. “Essa curiosidade pode parecer mórbida mas, no fundo, é apenas uma tentativa de elaboração da própria. Afinal, não é fácil aceitar - quer estejamos preparados, quer não - que um dia todos devemos morrer."
A comunidade "Profiles de gente morta" tem 40 mil membros e a procura por ela cresce vertiginosamente. A parte mais triste ao navegar nessa comunidade é perceber que maioria dos perfis é de jovens que morreram em acidentes de carros ou que - pasme! - se suicidaram. Infelizmente, a quantidade de suicidas no planeta não é nada pequena e é exatamente aqui onde essa matéria quer chegar: existem bem mais pessoas desiludidas com a vida, a ponto de se livrar dela, do que podemos imaginar. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, são 8 mil por ano. No mundo, 1,5 milhão.
A dúvida - “Não sei o que leva uma pessoa a fazer isso” – está presente muitas vezes no documentário "A Ponte". Se já é difícil aceitar a nossa própria morte que, sabe-se lá quando vem, imagine aceitar a do outro que se desfaz da vida como alguém que joga uma casca de banana no lixo. Certamente, muitos motivos levam uma pessoa a cometer suicídio. Para o psiquiatra Roberto Shinyashiki, existem dois tipos de suicidas em potencial: “Um é o depressivo, que tem falta de enzimas cerebrais e portanto realmente precisa tomar remédio. O outro é o que está passando por uma crise existencial profunda e ele, na verdade, não tem coragem de destruir o mundo que criou e destrói a si próprio”.
O CVV recebe entre 80 e 100 ligações por dia
Para entender melhor esse processo, procuramos Carlos M., voluntário há 10 anos do Centro de Valorização da Vida (CVV). “Nesses anos, atendi milhares de telefonemas de pessoas desesperadas porque perderam o emprego, descobriram uma gravidez indesejada, foram avisados de uma doença terminal, perderam o emprego, se separaram da pessoa amada... Mas acredito que todas elas tenham um ponto de partida em comum: a solidão", relatou Carlos.
"Nosso foco no CVV é o que o ser humano, do outro lado da linha, está sentindo, não a história em si. Estamos presentes no momento agudo, sem julgamentos”. O CVV não dá conselhos. Apenas pergunta para a pessoa como ela está se sentindo naquela momento. “Essa pergunta mexe na veia e ajuda. Queremos que a pessoa tenha uma visão de si mesma e perceba sua capacidade de aguentar as pressões. Todo mundo é capaz de superar a crise, de se acalmar e refletir”. completa Carlos. Segundo ele, a data em que as pessoas mais procuram o CVV é no Dia dos Namorados.
“Quando você quer morrer, não pensa na dor que as pessoas que gostam de você sentirão e sim no alívio que vai dar a eles”
A escritora paulista Stella Florence, 40, viu a morte bem de perto quando tinha 24 anos. “Eu era muito apaixonada por um cara e nós fomos para o Rio de Janeiro passar uns dias. Numa noite, ele estava muito alterado e quis transar comigo. Eu recusei e ele me bateu e fez sexo comigo à força. Eu me senti péssima. Depois disso, ele chegou em casa com uma mulher muito bonita. Aí que fiquei arrasada de vez. Quando eles saíram, só tive forças para chegar até a varanda do apartamento e me debruçar. Quando fui pular, um copo de vidro que estava ao meu lado se estilhaçou, do nada. Isso me assustou e ajudou a sair do transe. Percebi que, quando você quer morrer, não pensa na dor que os outros vão sentir e sim no alívio que vai dar. Pensa que as pessoas vão ficar melhor sem você, sem sua presença triste, nefasta” – desabafa Stella.
M.R., 32, designer, tentou o suicídio por overdose aos 22 anos. “Desde que eu era adolescente sofria pela falta de compreensão da minha família e amigos. Eu me senti excluída por todos e até de mim mesma. Isso gerou um grande conflito de personalidade. Quando a gente está deprimida tenta fugir completamente da realidade. E vale tudo!” – revela M.R. Aos 22 anos, ela teve uma nova fase de depressão. Foi a época em que se envolveu com drogas. “Eu quis acabar com meu sofrimento e apelei para as drogas pesadas. Mas alguma coisa me impediu de morrer. Depois disso, descobri que todo buraco tem mola e virei a mesa. Hoje não me deixo mais afundar...”, finaliza.
A escritora paulista Stella Florence, 40, viu a morte bem de perto quando tinha 24 anos. “Eu era muito apaixonada por um cara e nós fomos para o Rio de Janeiro passar uns dias. Numa noite, ele estava muito alterado e quis transar comigo. Eu recusei e ele me bateu e fez sexo comigo à força. Eu me senti péssima. Depois disso, ele chegou em casa com uma mulher muito bonita. Aí que fiquei arrasada de vez. Quando eles saíram, só tive forças para chegar até a varanda do apartamento e me debruçar. Quando fui pular, um copo de vidro que estava ao meu lado se estilhaçou, do nada. Isso me assustou e ajudou a sair do transe. Percebi que, quando você quer morrer, não pensa na dor que os outros vão sentir e sim no alívio que vai dar. Pensa que as pessoas vão ficar melhor sem você, sem sua presença triste, nefasta” – desabafa Stella.
M.R., 32, designer, tentou o suicídio por overdose aos 22 anos. “Desde que eu era adolescente sofria pela falta de compreensão da minha família e amigos. Eu me senti excluída por todos e até de mim mesma. Isso gerou um grande conflito de personalidade. Quando a gente está deprimida tenta fugir completamente da realidade. E vale tudo!” – revela M.R. Aos 22 anos, ela teve uma nova fase de depressão. Foi a época em que se envolveu com drogas. “Eu quis acabar com meu sofrimento e apelei para as drogas pesadas. Mas alguma coisa me impediu de morrer. Depois disso, descobri que todo buraco tem mola e virei a mesa. Hoje não me deixo mais afundar...”, finaliza.
A maioria das tentativas de suicídio é cometida pelas mulheres
A explicação, segundo a psiquiatra Alessandra Diehl Reis, da Universidade Federal de São Paulo, é que os homens buscam formas mais brutais de suicídio, como tiro ou enforcamento. Raramente as mulheres usam essas técnicas, preferem os soníferos, e, portanto, têm mais chances de serem socorridas e sobreviver. Para a psicóloga Rejane Bronhara Puttinni, diferentemente do homem, a mulher quando não consegue mais expressar suas emoções ligadas a fatos que a contrariam, acaba se fechando. "Elas realmente adoecem e é uma tristeza muito profunda no coração, no sentimento e na emoção", conta a psicóloga.
A explicação, segundo a psiquiatra Alessandra Diehl Reis, da Universidade Federal de São Paulo, é que os homens buscam formas mais brutais de suicídio, como tiro ou enforcamento. Raramente as mulheres usam essas técnicas, preferem os soníferos, e, portanto, têm mais chances de serem socorridas e sobreviver. Para a psicóloga Rejane Bronhara Puttinni, diferentemente do homem, a mulher quando não consegue mais expressar suas emoções ligadas a fatos que a contrariam, acaba se fechando. "Elas realmente adoecem e é uma tristeza muito profunda no coração, no sentimento e na emoção", conta a psicóloga.
O que fazer se alguém próximo a você pensar em suicídio
Alexandrina Meleiro, médica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, sugere três atitudes:
Alexandrina Meleiro, médica do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, sugere três atitudes:
1- A primeira coisa é vencer o tabu de falar sobre morte e suicídio com a pessoa que está com essa idéia na cabeça. Enfrente o tema. Não tente disfarçar a situação. Cerca de 70% das pessoas que se mataram comunicaram antes de alguma forma suas intenções e ninguém deu ouvidos. Preste muita atenção no que ela tem a dizer. A pessoa precisa perceber que tem um fator de proteção em sua vida, ou seja: família, amigos, alguém de confiança que esteja disposto a ouvir.
2- Tente mostrar para ela que, por pior que seja a situação, sempre existe um plano B. Muitas pessoas se suicidam porque perderam muito dinheiro, ou romperam algum relacionamento onde eram dependentes afetivamente, por serem jogadores patogênicos, por gravidez na adolescência etc. Mas sempre existe uma saída para qualquer um desses becos.
3- Se a situação for muito grave, você deve levá-la a um profissional para que ele avalie o diagnóstico. Se é o caso de dar remédios, de internar, de indicar uma psicoterapia.
Monday, April 14, 2008
Estranha
Hoje em certa hora tudo de repente ficou estranho.
cobrança e duvida chata... acontece. pena.
tristeza chata, seguida de insonia e insatisfação. muito chato.
e eu me recordo, você disse pra não deixar sua caixa postal vazia, a merce dos outros.
Você deixa a minha a merce.
E a ligação pode as vezes nao completar, mas talvez nao seria a hora ? Antes eu tentei, depois nao deu... mas entao a essa hora ?! Alem de inutil, me pega em efeito retardado... agora acordei. mas na hora errada.
insonia inconveniente.
cobrança e duvida chata... acontece. pena.
tristeza chata, seguida de insonia e insatisfação. muito chato.
e eu me recordo, você disse pra não deixar sua caixa postal vazia, a merce dos outros.
Você deixa a minha a merce.
E a ligação pode as vezes nao completar, mas talvez nao seria a hora ? Antes eu tentei, depois nao deu... mas entao a essa hora ?! Alem de inutil, me pega em efeito retardado... agora acordei. mas na hora errada.
insonia inconveniente.
Saturday, April 12, 2008
Bem estar
Autoconhecimento para o bem-estar
Você sabe ouvir os sinais que seu corpo lhe dá?
por Patricia Gebrim
Os desafios da vida moderna são cada vez maiores. Pense nisso, hoje uma criança já nasce anunciando sua chegada na maternidade pelo msn, ouvindo seu próprio choro recém-gravado em em um i pod de última geração, fazendo plano de carreira e pagando a primeira parcela de seu plano de previdência. Afinal, não há tempo a perder!
"Pergunte à sua enxaqueca o que ela quer lhe dizer. Pergunte às suas costas porque andam tão tensas, pergunte a seu estômago o que você anda engolindo que está lhe fazendo tão mal"
Hoje em dia todos nós viramos meio “super”... deixamos de ser meramente humanos e fomos virando, aos poucos, 'super-homens' e 'supermulheres'. Só mesmo sendo 'super' para dar conta de tantas exigências.
Em algum ponto de nossa caminhada acabamos acreditando que tínhamos que ser “sobre-humanos”, deixamos de prestar atenção aos nossos limites, como se respeitar os limites fosse sinal de fraqueza ou incompetência. Assim, seguimos sempre em frente, fazendo sempre mais, e mais, e mais. Fazemos o que for necessário, não importe o que custe...
Pense... o que custa?
Custa a sua saúde...
Aos poucos, fomos deixando de perceber que existe um ritmo interno, o ritmo da cada um, e que precisamos respeitar esse ritmo se quisermos nos manter saudáveis. Fomos nos forçando além dos limites, exigindo cada vez mais de nós, um pouquinho por vez, sem perceber. Sem outra saída, nosso corpo teve que entrar nesse jogo, jogando a nosso favor. Acredite, o corpo é nosso amigo e aliado, ele se sacrifica por nós, por nossa saúde mental, por nossa alma...
Já que estamos cegos e surdos para perceber o óbvio, para perceber que estamos nos desrespeitando diariamente ao brincar de super-homens, o corpo começa a nos enviar sinais, com o intuito de nos ajudar a recuperar a razão. Assim, surge uma dorzinha de cabeça aqui... um torcicolo lá... uma azia... uma tonturinha.
Ingênuo, o corpo achou que bastaria essa sinalização para que olhássemos com mais carinho para nós mesmos, para que percebêssemos que precisávamos nos alimentar melhor, dormir melhor, diminuir o ritmo. Para perceber que nossa agenda também precisa ter espaços reservados para o nosso relaxamento, contemplação, alegria e paz.
A dor era uma sirene, enviada amorosamente por nosso corpo com o intuito de nos despertar.
- Mas o que é uma “dorzinha” para um super-herói?
O que fazemos? Suportamos o desconforto e seguimos heroicamente em frente, nos sentindo ainda mais valorizados por continuar nossa árdua jornada diária, mesmo com dor.
Sem outra alternativa, o corpo precisa intensificar os sinais. E assim surgem enxaquecas, problemas mais sérios nas costas, hérnias de disco, úlceras, labirintites! É o corpo gritando :
- Parem! Vocês estão malucos??? O que estão fazendo consigo próprios????
Muitas doenças da atualidade são tentativas desesperadas de nosso corpo de trazer alguma sanidade sobre nossas escolhas cotidianas.
Vejo muitas pessoas com problemas crônicos de saúde, indo de médico em médico, se entupindo de medicamentos sem obter o êxito desejado. É claro que é preciso ir ao médico, uma vez instalado um problema precisa ser tratado.
Mas a meu ver não perderíamos em nada se, paralelamente ao tratamento recomendado, tivéssemos um bate-papo amigável com nós mesmos e nos perguntássemos:
- O que isso quer me dizer? Onde tenho extrapolado meus limites? Onde tenho me desrespeitado?
Sente-se desfrutando de uma deliciosa xícara de chá, lado a lado com seu corpo, e ouça o que ele tem a lhe dizer. Pare e ouça, de verdade!
Pergunte à sua enxaqueca o que ela quer lhe dizer. Pergunte às suas costas porque andam tão tensas, pergunte a seu estômago o que você anda engolindo que está lhe fazendo tão mal. Ouça o que seu corpo vem tentando lhe dizer. E refaça suas escolhas.
Nada vai valer a pena se roubar de você o bem-estar, a alegria de estar vivo e saudável.
* Patricia Gebrim é psicóloga e escritora
Você sabe ouvir os sinais que seu corpo lhe dá?
por Patricia Gebrim
Os desafios da vida moderna são cada vez maiores. Pense nisso, hoje uma criança já nasce anunciando sua chegada na maternidade pelo msn, ouvindo seu próprio choro recém-gravado em em um i pod de última geração, fazendo plano de carreira e pagando a primeira parcela de seu plano de previdência. Afinal, não há tempo a perder!
"Pergunte à sua enxaqueca o que ela quer lhe dizer. Pergunte às suas costas porque andam tão tensas, pergunte a seu estômago o que você anda engolindo que está lhe fazendo tão mal"
Hoje em dia todos nós viramos meio “super”... deixamos de ser meramente humanos e fomos virando, aos poucos, 'super-homens' e 'supermulheres'. Só mesmo sendo 'super' para dar conta de tantas exigências.
Em algum ponto de nossa caminhada acabamos acreditando que tínhamos que ser “sobre-humanos”, deixamos de prestar atenção aos nossos limites, como se respeitar os limites fosse sinal de fraqueza ou incompetência. Assim, seguimos sempre em frente, fazendo sempre mais, e mais, e mais. Fazemos o que for necessário, não importe o que custe...
Pense... o que custa?
Custa a sua saúde...
Aos poucos, fomos deixando de perceber que existe um ritmo interno, o ritmo da cada um, e que precisamos respeitar esse ritmo se quisermos nos manter saudáveis. Fomos nos forçando além dos limites, exigindo cada vez mais de nós, um pouquinho por vez, sem perceber. Sem outra saída, nosso corpo teve que entrar nesse jogo, jogando a nosso favor. Acredite, o corpo é nosso amigo e aliado, ele se sacrifica por nós, por nossa saúde mental, por nossa alma...
Já que estamos cegos e surdos para perceber o óbvio, para perceber que estamos nos desrespeitando diariamente ao brincar de super-homens, o corpo começa a nos enviar sinais, com o intuito de nos ajudar a recuperar a razão. Assim, surge uma dorzinha de cabeça aqui... um torcicolo lá... uma azia... uma tonturinha.
Ingênuo, o corpo achou que bastaria essa sinalização para que olhássemos com mais carinho para nós mesmos, para que percebêssemos que precisávamos nos alimentar melhor, dormir melhor, diminuir o ritmo. Para perceber que nossa agenda também precisa ter espaços reservados para o nosso relaxamento, contemplação, alegria e paz.
A dor era uma sirene, enviada amorosamente por nosso corpo com o intuito de nos despertar.
- Mas o que é uma “dorzinha” para um super-herói?
O que fazemos? Suportamos o desconforto e seguimos heroicamente em frente, nos sentindo ainda mais valorizados por continuar nossa árdua jornada diária, mesmo com dor.
Sem outra alternativa, o corpo precisa intensificar os sinais. E assim surgem enxaquecas, problemas mais sérios nas costas, hérnias de disco, úlceras, labirintites! É o corpo gritando :
- Parem! Vocês estão malucos??? O que estão fazendo consigo próprios????
Muitas doenças da atualidade são tentativas desesperadas de nosso corpo de trazer alguma sanidade sobre nossas escolhas cotidianas.
Vejo muitas pessoas com problemas crônicos de saúde, indo de médico em médico, se entupindo de medicamentos sem obter o êxito desejado. É claro que é preciso ir ao médico, uma vez instalado um problema precisa ser tratado.
Mas a meu ver não perderíamos em nada se, paralelamente ao tratamento recomendado, tivéssemos um bate-papo amigável com nós mesmos e nos perguntássemos:
- O que isso quer me dizer? Onde tenho extrapolado meus limites? Onde tenho me desrespeitado?
Sente-se desfrutando de uma deliciosa xícara de chá, lado a lado com seu corpo, e ouça o que ele tem a lhe dizer. Pare e ouça, de verdade!
Pergunte à sua enxaqueca o que ela quer lhe dizer. Pergunte às suas costas porque andam tão tensas, pergunte a seu estômago o que você anda engolindo que está lhe fazendo tão mal. Ouça o que seu corpo vem tentando lhe dizer. E refaça suas escolhas.
Nada vai valer a pena se roubar de você o bem-estar, a alegria de estar vivo e saudável.
* Patricia Gebrim é psicóloga e escritora
Unblog
hard feelings
why am I so heavy ?
the choice of getting into deep feelings I am aware of...
but then... questionable eating behavior and physical pain ?
no... dont want this !
absolutely not, even less after the surgery and such dedication
I must win the scale and I have to watch for myself.
God Bless me
* Ok, this was yesterday. Nothing like a good prayer and faith. Thank you for yesterday and for today. The universe is perfect to me (at times... ahahahah)
Cheers ! ;)
why am I so heavy ?
the choice of getting into deep feelings I am aware of...
but then... questionable eating behavior and physical pain ?
no... dont want this !
absolutely not, even less after the surgery and such dedication
I must win the scale and I have to watch for myself.
God Bless me
* Ok, this was yesterday. Nothing like a good prayer and faith. Thank you for yesterday and for today. The universe is perfect to me (at times... ahahahah)
Cheers ! ;)
Wednesday, April 9, 2008
Meu caminho
Viajando por dentro.
a vida fica mais dificil.
Mas é preciso viver a arte.
Desejo de produzir e trabalhar com arte.
Continua hj e desde sempre.
É possivel ?
Onde devo ir ?
a vida fica mais dificil.
Mas é preciso viver a arte.
Desejo de produzir e trabalhar com arte.
Continua hj e desde sempre.
É possivel ?
Onde devo ir ?
Tuesday, April 8, 2008
Sunday, April 6, 2008
Tuesday, April 1, 2008
De repente
É, de repente pesou um pouco...
mas passa !
(eu espero... :p)
Mas quando nao é a gente, nao é la dentro, é mais facil :)
Eu so odeio ter de fazer os chamados DRs... conversinhas de relacionamento.
Mas pelo visto vou precisar. :p
F ...!
mas passa !
(eu espero... :p)
Mas quando nao é a gente, nao é la dentro, é mais facil :)
Eu so odeio ter de fazer os chamados DRs... conversinhas de relacionamento.
Mas pelo visto vou precisar. :p
F ...!
Subscribe to:
Posts (Atom)

